2016-06-17

(Não é o Voleibol, nem somos nós) São os trapos


No meio da literatura, o que é melhor do que ela: Voleibol, claro. Para uma equipa quase de geração espontânea, chegar ao pódio na Taça Masters AVP não esteve nada mal. Mas, acima de tudo, foi uma experiência incrível de regresso à competição oficial e federada, quando à maioria de nós, eu incluído, isso nunca passaria pela cabeça; creio que nem sempre jogámos voleibol do reumático e houve excelentes jogos(lembro o CAM-Ginásio de Santo Tirso), embora o público não seja o forte neste escalão tardio; é por isso que merece um destaque especial o Desportivo da Aves, que foi a equipa que conseguiu arrastar mais público consigo, quer em casa, quer fora. Quanto ao CAM (Clube Atlântico da Madalena) e aos meus companheiros de aventura, valeu cada ponto. Obrigado pelas várias ressurreições e viva o voleibol! Para o ano há mais, que até aos 90 ainda falta. 

PS: para provar que ainda se fazem coisas inovadoras nos Masters, no primeiro jogo, com o ALA, fiz mais de uma dezena de serviços seguidos (recuperámos dos 13-19 para os 24-19, coisa que nunca houvera feito enquanto mancebo. Ora toma, PG-M, e depois queixa-te da anca! :)Anexa-se prova de avistamento do superman - o número 3, claro :)

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