2015-10-25

dos limites da bondade


a partir do momento em que o outro pretende reduzir-nos
à ínfima dimensão, deve ele próprio ter perante nós
o tamanho que pretende que nós tenhamos
perante o mundo


PG-M 2015 
fonte da foto


4 comentários:

Gil Teixeira disse...

Uma boa forma de pregar a igualdade. Apresenta, porém, um quiproquó, aceita que reduzamos a nossa imagem à imagem do magarefe. Ora o magarefe é sempre o outro...

GT

Pedro Guilherme-Moreira disse...

Olá, grande Gil. Devo contestar, do ponto de vista retórico, que essa aceitação se retire desre aforismo. Não retira :). Ainda assim, tenho ideia de que o bom convívio com a imagem reduzida é grandeza. :)

Gil Teixeira disse...

Estimado Pedro (tracinho) O Grande. O pensamento do meu Grande Amigo não é um aforismo, é arte. Esmiuçado, aqui divergimos, como um chato insisto que permite descer a fasquia do tamanho das pessoas. A grande será necessária?... :)

Pedro Guilherme-Moreira disse...

Olhe que não, olhe que não. :) Arte pouca. A grande é necessária para que os grandes se reduzam, sim. E o grande sabe sempre reduzir-se. :)