2013-06-13

Ao Charles

"Acordo sempre demasiado novo e chego ao espelho demasiado velho, pelo meio componho a ideia e o alento e a manhã acaba, à tarde sou o que penso ser e à noite o que pensam que eu sou, e se me deitar cedo serei uma criança de colo, se me deitar tarde serei um velho de colo, sonho com o resto de tudo e acordo sempre demasiado novo e chego ao espelho demasiado novo." prosemas, PG-M 2013, com um abraço ao Fernando, ao Álvaro, ao Bernardo, ao Ricardo, à Maria José, ao Charles e a outros cinquenta. Charles, aparece para almoçar, tenho umas coisas de Durban para te esconder.

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