2012-01-09

Nova Iorque (pela patrulha da neve)

Nota prévia: mais uma tradução livre de uma letra que é menos poema, mas ainda é New York, dos Snow Patrol, a arrancar:

Nova Iorque (Snow Patrol)

Se estivesses ao meu lado
em vez de em Nova Iorque
se a curva de ti fosse
sobre mim
dir-te-ia que te amei
mesmo antes de saber
porque amei a mera ideia
de ti
Se os corações não quebrassem
não era doce o remendo
há tanto que esta dor
pode ensinar
Há a distância e o silêncio
palavras que não me
entregaste e são a oração
dos dias.
Vem. Sai. Vem lá,
vem cá, vem cá.

Vem. Sai. Vem lá,
vem cá, vem cá.
Porque os oblongos neons
e as dores do oceano
e o fogo que desata
está incompleto de tudo
das luzes e do amor
da sorte que faz de dois
um
e outra vez
dois

Se estivesses ao meu lado
em vez de em Nova Iorque,
nos braços que disseste
nunca deixar,
dizia-te que era simples
e sempre apenas nós,
não há mais lado
nem pertença

Vem. Sai. Vem lá,
vem cá, vem cá.
Porque os oblongos neons
e as dores do oceano
e o fogo que desata
está incompleto de tudo
das luzes e do amor
da sorte que faz de dois
um
e outra vez
dois

Vem. Sai. Vem lá,
vem cá, vem cá.
Dá-me só os sinais
do princípio e do fim
ao silente caos
que me enlouquece
porque os oblongos neons
e o calor do oceano
e o fogo já
a extinguir-se

Snow Patrol, sob tradução livre de PG-M 2012

Sem comentários: