2011-04-04

Em Abril

Em Abril, foge-me a mão
para a mágoa, e como a água
que esperas, amo-te
não por escrito,
estou proscrito
e tu quimera,
quem me dera


o teu silêncio e tudo
que no teu peito eclode.


Em Abril, do nosso amor,
sobra apenas uma ode
dita de cor

Pedro Guilherme-Moreira 2011
fonte da foto

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