2010-10-17

"Hall" the way with Rebecca

O filme em que a vi mais recentemente ("The Town", de e com Ben Affleck) é bom, mas vem pouco ao caso. De vez em quando, há que celebrar a mulher pela mulher. A estética, a beleza, a presença. Mais até do que a actriz, que tem ainda um longo caminho a percorrer, em termos de amadurecimento - falta quem acredite nela para um papel singular, um que a projecte. Mas esta rapariga inglesa de 1,75m, "colheita" de 1982, filha do encenador Peter Hall (fundador da  Royal Shakespeare Company), e da cantora de ópera americana Maria Ewing, já foi candidata a um globo de ouro pelo seu papel em "Vicky Cristina Barcelona", de Woody Allen (que escolha tão complexa, entre Penelope e Rebecca), já ganhou alguns prémios como revelação, e chegou lesta ao tempo da confirmação. Quem a viu em "The Town" percebe a menção neste cantinho. Apesar de secundária, enche o ecrã. É um portento. E apetece dizer várias vezes, como o "senhor Hermano", histórico comediante da nossa praça, dizia de uma certa "Nucha", "a Rebecca é minha, senhor doutor". Está dito, está dito. Senhoras e senhores:
Rebecca Hall, em todo o seu esplendor. 

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